Futuro da Medicina

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Futuro da Medicina

           O futuro da medicina é um assunto que gera ansiedade, tanto para os médicos já consolidados, quanto para aqueles que ainda aspiram o diploma. Apesar de serem encaradas como distantes, as mudanças já estão acontecendo e estão bem mais próximas do que você imagina. Junto a elas, os desafios. 

           Dentre as inovações tecnológicas que surgem a cada dia, a telemedicina é a mais debatida. Esse sistema corresponde a todo atendimento médico feito à distância e já é bastante difundido em diversos países. Abrange conceitos como teleinterconsulta, telerradiologia, teletriagem, telecirurgia e telediagnóstico (o mais polêmico). No Brasil, entretanto, ainda encontra certa resistência: a resolução lançada em fevereiro de 2019 pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) foi revogada no mesmo mês devido ao clamor dos médicos por mais tempo para análise dos artigos.  

           Contudo, não há mais como evitar: dados divulgados pela Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde (ABIIS) informam que existem mais de 500 mil tecnologias diferentes, voltadas especificamente para a área médica, que estão em uso atualmente no país. A Accenture, maior empresa de consultoria do mundo, revelou ainda que 61% dos médicos brasileiros usam algum tipo de ferramenta de TI para realizar a observação dos pacientes.   

           Os avanços estão presentes em todas as áreas e não é preciso temer, mas sim adaptar-se a essa REALIDADE. Um exemplo é a Telelaudo, a maior empresa de telelaudo da América Latina, consolidada há 11 anos no mercado. Conta com números expressivos: elaborou mais de 3 milhões de laudos desde 2008, atendendo a mais de 450 hospitais e clínicas.  A telemedicina, portanto, é ferramenta com grande potencial de agregar novas soluções em saúde, revolucionando o atendimento presencial que, em alguns casos, podem passar a ser intermediados por tecnologia. 

           A modernização da área médica é um ganho humanitário em diversas especialidades, sendo indiscutivelmente a favor da qualidade, equidade e acessibilidade em saúde. Para tanto, é necessário aliar tecnologia e gestão a atributos pessoais e éticos para, assim, aumentar as chances de sucesso.  

           Além de tratar, a passagem da nossa medicina convencional compartimentalizada para um modelo de “saúde conectada” irá permitir o cuidado personalizado e baseado em dados, facilitando, cada vez mais, a prevenção. Agora temos a possibilidade de interligar os pontos, de deixarmos para trás as instituições que proporcionam tratamentos reativos e episódicos, sobretudo após o desenvolvimento de uma moléstia, e inaugurarmos uma era de cuidados contínuos e proativos com o objetivo de evitar as doenças. Um cuidado permanente, individualizado e baseado no processamento de dados, visando preservar a nossa saúde e bem-estar. Ou seja, não se trata mais de tratar as doenças, mas, cada vez mais, de impedir que se manifestem

          Para acompanhar de perto a discussão sobre a resolução do CFM e seus principais destaques,confira!

Texto por: Ana Carolina Perota Tavares e Heitor Mendes Brandão

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